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Festa do cupuaçu supera expectativas e trade comemora faturamento quase três vezes maior que o projetado

Meios de hospedagem lotados, bares e restaurantes com estoque de bebidas e alimentos esvaziados, grande volume de vendas e negócios fechados na agroindústria e economia criativa

A 31ª Festa do Cupuaçu e a XXV Feira da Agroindústria, Negócios e Economia Criativa entra para a história do município de Presidente Figueiredo como a de maior público, a que gerou maior faturamento para o empresariado e empreendedores locais e também a mais organizada e segura de todos dos tempos.

Para o presidente da Associação de Hotéis e Pousadas do município, Antonio Teixeira Pacheco, proprietário da Pousada da Jiboia, a “rede hoteleira foi 100% ocupada e o faturamento foi muito bom”.  

A projeção inicial de pouco mais de R$ 500 mil, praticamente duplicou, incluindo as dezenas de imóveis, entre sítios, apartamentos e casas alugadas para os três dias do evento, além das áreas de camping.

“Foi 100% pra todo mundo. A organização foi impecável, a segurança sem falhas – foi a primeira festa que não teve nenhuma ocorrência grave. Foi tudo perfeito. A prefeita Patrícia Lopes e sua equipe estão de parabéns”, afirma Antonio Pacheco.

A avaliação do empresariado da rede hoteleira é compartilhada pelos os donos de restaurantes, boxes e barracas localizados no Parque Urubuí. A maioria, chegou a faturar até seis vezes mais durante os três dias da Festa do Cupuaçu.

“Há muito tempo não acontecia uma festa como essa por aqui. Zerou tudo: carne, calabresa, tambaqui, galinha, tira gosto. Só de cerveja vendemos mais de 70 caixas, fora os outros tipos”, conta Eletícia Fátima França, proprietária do restaurante Toca do Galo, que funciona a mais de 20 anos no Parque Urubuí.

O empresário José Pereira da Silva, dono da Churrascaria Paulistana, conhecido como Paulista, conta que além de ter recebido uma clientela três a quatro vezes maior no restaurante, também faturou alto na barraca que montou na praça de alimentação montada entre a Praça da Vitória e a Praça da Cultura, palcos dos shows musicais e outras atrações da Festa do Cupuaçu e da Feira da Agroindústria. “Foi muito bom. Quem tinha pra vender, vendeu”, comemora.

Ilda Mendonça, dona da Barraca da Ilda, que mora a 37 em Presidente Figueiredo e criou os filhos vendendo alimentação e bebidas no local, não conteve as lágrimas a falar sobre os resultados. “Esse ano a prefeita pensou em tudo. A ampliação da praia, segurança da gente e do público, lixeira coletoras de lixo. A organização foi perfeita, tudo estava perfeito. O público que veio e a gente vendeu tudo”, conta.

Quem também revelou ter ficado encantando com o resultado do evento foi Raimundo Peixoto Rodrigues, dono da Barraca da Carol. Ele garante que, em 20 anos trabalhando no Parque Urubuí, a 31ª Festa do Cupuaçu foi a melhor de todos os tempos.

O sentimento dos dois comerciantes, é unanimidade entre os donos das 23 barracas e boxes existentes no parque, onde Leo Magalhaes, May Seven e Guto Lima, se apresentaram para mais de 30 mil pessoas que passaram pelo local, entre a manhã e noite do domingo (30/07).

A empresa Ana Paula Barbosa, dona do Café do Negão, empreendimento que comanda junto com o marido, precisou dobrar a equipe da cozinha e de atendimento às mesas. Para não ser pega de surpresa, ela conta que contratou pessoas da zona rural, para ajudar no trabalho, durante os três dias da festa. Pelos cálculos dela, houve um aumento de 80% nas vendas de x-caboquinho, farofa de jabá e tapioca, os carros-chefes do empreendimento.

Na maioria dos empreendimentos de alimentação fora do lar, hospedagem e comercio local, foram contratados trabalhadores temporários para dá conta da demanda durante a Festa do Cupuaçu 2023. Em média, cada negócio contratou duas pessoas, sem contar, pessoas das famílias que foram convocadas para ajudar no trabalho, durante os três dias de evento.

No segmento de hospedagem, em média, hotéis, pousadas e hostess, contrataram até cinco trabalhadores temporários durante a semana da festa do Cupuaçu.

XXV Feira da Agroindústria

Na agricultura familiar, o volume de negócios fechados ultrapassou R$ 1,3 milhão. Além das vendas de máquinas, implementos e outros produtos agrícolas, como calcário, foram comercializados doces, balas, licores, entre outros produtos artesanais alimentícios feitos a base de cupuaçu e pitaya.

As vendas de alimentação e bebidas, no centro gastronômico, empreendimentos da Praça da Cultura, ambulantes e barraqueiros, geraram um faturamento superior a meio milhão de reais.

Fotos: Divulgação/Dircom-PF

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