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Governo do Tocantins recebe representantes de mineradoras de ouro para tratar sobre fiscalização e alíquotas

Ameto e a Sefaz estabeleceram uma comissão para estudar, em conjunto, a melhor forma para implementação da taxa

O governo do Tocantins, por meio da Agência de Mineração do Tocantins (Ameto) e da Secretaria da Fazenda (Sefaz) recebeu nesta sexta-feira, 03, representantes das mineradoras de ouro instaladas no Estado, para tratar da Taxa de Controle, Acompanhamento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Aproveitamento de Recursos Minerários (TFRM) e as alíquotas para cada produto minerário.  O tributo foi aprovado pela Assembleia Legislativa em 2022 e será implementado em 2023 pela equipe técnica da Ameto, em parceria com a Sefaz.

Esteve presente o representante da Cerrado Gold, Kurt Menchen, empresa canadense instalada em Monte do Carmo; os representantes da Aura Minerals, Andreia Nunes e Plínio Cardoso, da empresa canadense instalada em Almas; os representantes da EngeGold, Marcio Bonatti e Carlos Antoniassi, instalada em Chapada de Natividade; e os representantes da AuroStar, Augusto Rayol e Samuel Tufts Landis, mineradora instalada em Pindorama.

No encontro, o Secretário Executivo de Gestão Tributária da Sefaz, Marco Antônio da Silva Menezes, destacou a importância e o compromisso dos estudos que estão sendo feitos no sentido de implementar alíquotas que atenda tanto o governo quanto o empresário. A Ameto e a Sefaz estabeleceram uma comissão para estudar, em conjunto, a melhor forma para implementação da taxa.

Representantes de empreendimentos de variados produtos minerários instalados no Tocantins se reuniram e ainda se encontrarão com as duas entidades para discutir o tributo e como ela irá ser aplicada pelo governo do Estado.

O presidente da Ameto, Mauro Mota, deixou registrada a abertura para o diálogo e destacou que a intenção do Governo do Tocantins não é onerar o empresário, mas criar possibilidades para fomentar a mineração do Estado do Tocantins e que essas taxas vão compor um fundo para promover o setor para que este cresça com responsabilidade e sustentabilidade. 

“Com esse aporte previsto, é possível aumentar o banco de dados em pesquisas e mapeamentos geológicos que gerem maior previsão econômica aos investidores, aumentando a segurança jurídica do Estado, definindo rotas que conduzam a um contexto de maior desenvolvimento. Gera-se assim um ciclo ascendente de possibilidades mediante um contexto que retroalimente e potencialize a economia”, afirmou.

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