Núcleo científico do Respirar apresenta projeto em congresso internacional de Portugal

Artigo foi apresentado no eixo globalização, tecnologia e saúde no 31º encontro da Associação de Universidades de Língua Portuguesa (AULP)

Desbravando as fronteiras internacionais, o núcleo científico do projeto RespirAR apresentou seu artigo intitulado: Políticas Públicas em Saúde “Pós-Pandemia”: O Caso do Projeto RespirAR no Estado do Amazonas. A exibição aconteceu no maior congresso acadêmico, cultural e científico da Associação de Universidades de Língua Portuguesa (AULP), no dia 13 de junho.

O projeto que oferece serviços gratuitos de fisioterapia e educação física e recebeu visita da Organização Mundial da Saúde (OMS), teve seu trabalho apresentado no eixo: globalização, tecnologia e saúde, no auditório da reitoria da Universidade de Coimbra, localizada em Lisboa, Portugal.

“Já são mais de 20 mil amazonenses beneficiados pelo projeto que contribuiu com a recuperação de pacientes que sofreram sequelas pós-covid-19, no mundo. Esta apresentação em Portugal só contribui para que mais pessoas possam conhecer o projeto, que mais colaborou para enfrentar as mazelas da pandemia, em prol da população amazonense”, disse Jorge Oliveira, diretor-presidente da Faar.

Coordenador científico do projeto RespirAR e professor na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Marcelo Marques, falou sobre o objetivo de levar o projeto governamental para um dos maiores congressos de língua portuguesa do mundo.

“A participação do RespirAR neste encontro valida o projeto na comunidade científica internacional. Assim, alcançamos nosso propósito principal de dar visibilidade global ao projeto, tornando-nos uma inspiração para outras cidades e países, que possam cuidar das pessoas que tiveram sequelas de covid-19”, ressaltou Marcelo Marques.

Em 11 meses de atividade, o RespirAR já ultrapassou a marca de 130 mil atendimentos. Com 10 unidades espalhadas pela capital amazonense, atualmente o projeto conta com 176 colaboradores em seu quadro de funcionários, sendo 72 fisioterapeutas, 28 professores de educação física, oito técnicos em enfermagem, seis auxiliares administrativos e 51 estagiários.

AULP

Fundada em 1986, a AULP é composta por mais de 130 membros dos oito países de língua oficial portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste – e da Região Administrativa Especial de Macau. E tem como propósito a colaboração multilateral entre as Universidades e Institutos Superiores dos países de expressão portuguesa.

Fotos: Divulgação/Faar

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